Liwa al-Tafuf (em árabe: لواء الطفوف), também conhecida como 13.a Brigada das PMF, é uma brigada das Forças de Mobilização Popular no Iraque que se separou da Liwa Ali al-Akbar em 2014 e esteve associada ao Santário do Imame Husayn. Participou na Guerra do Iraque, sobretudo contra o Estado Islâmico, incluindo a recaptura de Al-Ba'aj e a Batalha de Al-Qa'im em 2017.

História O grupo foi criado em 2014 depois de se separar da 11.a Brigada das PMF, a Liwa Ali al-Akbar, sob a liderança de Qasim Muslih, e tentou manter-se como um «verdadeiro» atabat (santuário) considerado «legítimo», mas acabou por cair sob a influência administrativa do fundador da Kata'ib Hezbollah, Abu Mahdi al-Muhandis. O grupo tornou-se conhecido por recuperar veículos blindados antigos de cemitérios de tanques e devolvê-los ao serviço com engenhosas modificações. O grupo aliou-se ao Corpo de Guardas da Revolução Islâmica e reporta-se ao grupo através da Kata'ib Hezbollah. Embora o grupo seja considerado pró-iraniano, não se vê como um aliado pleno do Corpo de Guardas da Revolução Islâmica e construiu uma melhor relação com as populações sunitas locais no Iraque do que a maioria das outras brigadas das PMF e milícias pró-iranianas. O grupo ajudou no contrabando de mercadorias e comércio iranianos em conjunto com a Kata'ib Hezbollah, com ambos a controlarem basicamente a passagem fronteiriça de Al-Qaim–Al-Bukamal para a Síria, supostamente utilizada para ajudar outros a combater o Estado Islâmico na Síria durante a Guerra Civil Síria. Embora parte das mercadorias sejam abastecimentos para grupos, o Liwa al-Tafuf e outros grupos ajudam a possibilitar o tráfico transfronteiriço de drogas entre o Iraque e a Síria.

Referências