O Banco do Estado da Guanabara (BEG) foi uma instituição financeira brasileira que existiu ente 1960 e 1975, sediado na cidade do Rio de Janeiro, que formava o estado da Guanabara, na região Sudeste do Brasil. Sua gestão era controlada pelo governo daquele estado. O banco foi criado utilizando a estutura do antigo Banco da Prefeitura do Distrito Federal (BDF), que fora fundado em 1945, quando a cidade do Rio de Janeiro era a capital do Brasil. Com a transferência do Distrito Federal para a cidade de Brasília, em 1960,é criado o Estado da Guanabara, que era composto por somente a cidade do Rio. A partir da mudança de denominação para BEG, sua administração procurou expandir o número de agências, instalando elas em todas as regiões comerciais da cidade do Rio, bem como em capitais de outros estados, o que permitia aos seus correntistas contarem com os serviços do banco quando em viagens ou mesmo que empresas de fora da Guanabara utilizassem seus serviços. O banco surgiu e atuava como um centro e agente econômico e financeiro estadual e federal, apesar de nominalmente gerido pela administração estadual, tendo incorporado por exemplo, por determinação do Banco Central o Banco Halles, em 1974. Anos depois, se funde ao Banco do Estado do Rio de Janeiro (BERJ), para formar o BANERJ, em 1975, com a extinção do estado da Guanabara, após fusão com o estado fluminense. O banco atuava como um emissor de títulos públicos do estado, coletor das taxas e impostos e das folhas dos pagamentos de servidores guanabarinos. Após a fusão, o BANERJ continuou os trabalhos que os dois bancos - BERJ e BEG - faziam, até 1996, quando o banco Itaú comprou a parte "saudável", ou seja, sem dívidas, mantendo estas com o BERJ, que permaneceu sob a administração do governo fluminense até a sua compra pelo banco Bradesco, em 2011.
Referências